11 janeiro 2010

Rios de Água Viva

.
.







Ontem estive num encontro de oração e louvor da Comunidade Luz e Vida em Fátima.
(Re) Aprendemos como é importante renovar o nosso baptismo.

Imaginem estas 3 situações:
- Um poço seco
- Um poço com pouca água
- Um poço com muita água de onde corre rios de Água Viva (Jo 7, 10-14) que inunda tudo e todos à sua volta

Olha para o poço e pensa que és tu. A água é o baptismo, o teu nascimento como filho adoptivo de Deus. Como está a água do teu poço, ou seja, como está a tua fé e o teu amor por Deus? Tens alimentado os dons que o Pai te deu no baptismo?

- Será que esses dons estão secos?
- Será que tens pouca água e mal alimentas a tua sede quanto mais a dos teus irmãos em Cristo?
- Será que transbordas em Água viva que Deus te deu no baptismo e que deves alimentar ao longo da vida para partilhares com os outros?

Seja qual for a tua situação, o importante é começar ou continuar a alimentar a tua fé e amor por Deus, através do Amor a Deus e ao próximo, dos sacramentos (nomeadamente da Eucaristia em que recebes Jesus vivo e da Confissão ou Reconciliação), da leitura e interpretação da Palavra de Deus, da oração de proximidade com o nosso melhor amigo: Jesus Cristo.

Oração:
Jesus, sabes que somos imperfeitos. Nem sempre cultivamos os dons que nos destes. Deixamo-los secar ou não os regamos muito bem. É a preguiça, o medo, o negativismo, a auto-suficiência, a sede de poder, os vícios … Mas, também sabes que estes dons, mesmo estando muito ressequidos, podem reviver e o nosso poço pode voltar a jorrar rios de Água viva para que o Teu Espírito se derrame sobre nós e sobre todos para nos purificar, fortalecer … Acima de tudo para nos fazer sentir amados por Ti, Senhor! Liberta-nos e cura-nos de tudo! Mostra-nos que estes dons podem reviver! Tira-nos as escamas dos olhos para vermos o que temos de mudar! Ajuda-nos a renovar o nosso baptismo! Amén.

______________________________

Nota:

Com a autorização da Maria João do blogue "Deus em Tudo e Sempre", que ontem esteve connosco em Fátima, no Dia de Louvor, e hoje publicou este texto no seu espaço.

.

26 dezembro 2009

Mensagem às Famílias do Bispo de Leiria-Fátima












Família, reaviva o dom da comunhão que está em ti!

1. Brilhou uma grande luz. O Menino que os Pastores viram envolvido em panos e deitado na manjedoura é Jesus, o Filho de Deus. Humilde e pobre, o Salvador veio até nós para que sejamos filhos de Deus e recebamos da sua plenitude, graça sobre graça (Cf. Jo 1,12.16). Que o Natal do Senhor continue a encher de júbilo os vossos corações.
Filho de Deus, Jesus fez-se também filho na família fundada pelo amor de dois esposos, Maria e José. Na festa da Sagrada Família, o meu pensamento vai para as vossas famílias que saúdo afectuosamente e convido a um louvor de acção de graças e uma súplica confiante de bênção e de misericórdia. Desejo confortar em especial os doentes e idosos, os excluídos e famintos de pão ou de afecto. Solidarizo-me com as vítimas de debilidade ou violência. Compartilho os anseios dos jovens, na sua busca insaciável de vida, e recordo-lhes que Jesus é a aposta na verdade e no amor; e junto-me à alegria das crianças para dizer a cada uma que nasceu Jesus, o nosso maior amigo.
2. A família é um bem essencial e um tesouro inestimável que está muito na nossa preocupação. Ao homem e à mulher que procuram resposta para os problemas da vida matrimonial e familiar, são oferecidas visões e propostas sedutoras que comprometem a verdade e a dignidade da pessoa e a sua liberdade e capacidade de julgar com objectividade (cf. FC 4). É, pois, urgente que a família descubra o que «é» e o que deve «fazer», no plano de Deus Criador e Redentor que a constituiu como íntima comunidade de vida e de amor (FC 17).
Maria e José haviam-se prometido esponsalmente, segundo a Lei e na fé no Senhor da Aliança com o seu Povo. Maria, acreditando em tudo o que lhe foi dito da parte do Senhor, aceitou ser a Mãe de Jesus e exclamou: «Eis a serva do Senhor!» (Lc 1, 26s). José, discernindo os desígnios de Deus, acolheu incondicionalmente Maria e o Menino que, no seu seio, era fruto do Espírito Santo. No aconchego da sua família, em Nazaré, Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, criança, jovem e adulto, amando e sendo amado, deu início á sua obra de santificação do matrimónio e da família, até à realização integral do desígnio de Deus (cf. FC 3; Mt 19,4).
3. Os laços conjugais, parentais e filiais da Família de Nazaré, vividos em profunda união com Deus, inspiram-nos e desafiam as nossas famílias e toda a Pastoral familiar. Por amor, Deus imprimiu no nosso ser a vocação irrecusável à comunhão no amor. De tal modo que o apelo a sermos o que somos implica que a família descubra e encontre em si mesma o apelo inextinguível que define a sua dignidade e responsabilidade: «Família, torna-te aquilo que és»! (cf. FC 17).
Na recente Carta Pastoral, Ir ao coração da Igreja, reflecti convosco sobre as exigências para sermos verdadeira comunidade: temos de dizer “sim” à comunhão, à corresponsabilidade e à renovação pelo Evangelho e pela leitura dos sinais dos tempos; e dizer “não” à divisão, à desresponsabilidade e à estagnação (cf. Ir ao Coração da Igreja: 4.5). O mesmo vos direi para vos encontrardes com a verdade da família e esta, permanentemente, se tornar aquilo que é. Unidos e corresponsáveis no discernimento dos valores humanos e da família, abraçai a sua missão e a sua verdadeira identidade. Não fiqueis inertes aos desvios e ataques à dignidade humana e aos autênticos valores familiares.
Convido-vos novamente, a descobrir «o papel importante da família como “Igreja doméstica”, isto é, Igreja presente na casa familiar, primeira célula viva da família maior que é a Igreja, primeira expressão incarnada da comunhão que caracteriza a comunidade cristã: ”perseverante no ensino da fé, na comunhão e partilha fraterna, na Eucaristia e na oração, no testemunho do amor e do serviço”». A cada família renovo o meu apelo vibrante: «“Família, reaviva o dom da comunhão que está em ti! Cultiva a espiritualidade da comunhão”!» (idem, 4.7).
Que Deus vos confirme na alegria da unidade e do amor.
Com votos de Feliz Ano 2010, saúdo-vos com fraterno afecto.
António Marto, Bispo de Leiria-Fátima
.
.

21 dezembro 2009

.
.

Um
SANTO NATAL
para todas e todos os que visitam este espaço
com os votos de que a paz e o amor sejam uma constante
na vida de cada um no,
NOVO ANO
que vai começar.
.
.

25 novembro 2009

Em Adoração

.




Obrigado Senhor pelo Teu amor, a Tua bondade infinita, a Tua presença viva no meio de nós.

Olhas para nós Senhor com os Teus olhos ternos, abres os Teus braços infinitos e a todos acolhes no mesmo eterno amor, sem diferenças, nem preferências.

Porque és um Deus assim, que todos criaste iguais no Teu amor e por isso a todos amas de igual modo.

Para Ti não há diferenças entre nós, isso são coisas do mundo.

Não ligas à cultura, ou à falta de conhecimentos, não te interessa a forma de vestir, ou o modo de falar, não olhas àquilo que cada um dá, conforme as suas posses, olhas apenas ao ser individual que criaste, que conheces e amas desde sempre e para sempre, porque em Ti, no Teu coração ele sempre existiu e sempre foi amado, mesmo antes de existir o mundo.

E essa Senhor é a verdade que nos revelas, que amas a cada um individualmente com o mesmo amor, que conheces a cada um tão perfeitamente, (como nós não nos conhecemos), que todos somos diferentes, embora iguais para Ti, que no Teu coração o nosso verdadeiro nome, o nome que Tu nos deste, está inscrito desde sempre e para sempre, e que Te entregaste e morreste por cada um, individualmente também.

Porque é verdade Senhor, que muitas vezes pensamos apenas que amas a humanidade, colectivamente, que Te entregaste e morreste pelos homens no seu conjunto, porque assim Senhor, parece que se dilui a nossa responsabilidade no Teu Sacrifício, parece que diminui a nossa obrigação de Te seguir e viver a Tua vontade, parece que é mais pequeno o nosso pecado, não parece tão necessária a nossa oração, parece que já há tantos na missão a que nos chamaste, que nós já não somos precisos.

Mas Senhor, são desculpas, são pretextos, são formas encapotadas de tentar esconder a verdade.
Verdadeiramente entregaste-Te e morreste por cada um de nós individualmente, e ao fazê-lo, entregaste-Te e morreste por todos.

Mas cada um de nós, individualmente, é responsável pela Tua entrega e pela Tua morte, cada um de nós tem a obrigação individual de Te seguir e viver a Tua vontade para si próprio, cada um de nós tem de carregar o peso do seu pecado, que só a ele diz respeito, cada um de nós tem necessidade da sua oração individual, por ele e pelos outros, cada um de nós tem a missão que Tu lhe deste, expressamente para a sua vida, conforme o estado de vida a que Tu o chamaste.

Senhor como é bom saber que estás aqui, presente para mim, mas como é terrível saber que olhas para mim e que sabes tudo o que eu faço e penso, que me amas com esse amor imenso e que no Teu Coração a chaga se abre cada vez que não correspondo ao que queres de mim, cada vez que olho para o lado e me afasto de Ti, cada vez que tento fazer da minha vontade a Tua vontade.

Quisera Senhor às vezes, esconder-me envergonhado, mas de nada serve, porque Tu estás em todo o lado, tudo vês, e mais difícil ainda, em vez de ralhares e Te zangares comigo por me querer esconder de Ti, escondendo o meu pecado, em vez de assim procederes, Tu Senhor, abres os braços para mim, e num sorriso dizes-me e a cada um de nós:

“Procuro-te Meu filho, não para te castigar, mas para te amar mais, para te perdoar e guiar”.

Obrigado Senhor porque não sendo eu nada, não sendo eu ninguém neste mundo, no Teu coração sou o mais importante de todos os meus irmãos, porque todos os meus irmãos são o mais importante para Ti.

Ajuda-me Senhor, a viver em amor com todos os meus irmãos, mas a nunca tentar diluir a minha responsabilidade, a minha missão, desculpando-me com aquilo que os outros fazem, pelo contrário, ajuda-me Senhor a cumprir o que queres para mim, a viver a Tua vontade em mim e a colectivamente dar testemunho do Teu amor por mim, igual ao Teu amor por cada um de nós.

Obrigado Senhor pelas graças deste dia, desta noite, de toda a minha vida, das vidas de todos nós.

Obrigado Senhor pelos que curaste no seu interior e no seu físico e obrigado Senhor por todos aqueles a quem retiveste a doença.

Só Tu sabes Senhor o que é importante e bom para a vida de cada um, porque só Tu conheces o caminho que cada um terá de seguir, para por Tua graça, alcançar a Salvação.

Glória a Ti, Senhor, para sempre pelos séculos sem fim.

.

26 outubro 2009

No amor está o perdão.

.
.
«E levantando-se, foi ter com o pai.
Quando ainda estava longe, o pai viu-o e, enchendo-se de compaixão, correu a lançar-se-lhe ao pescoço e cobriu-o de beijos». Lc 15,20


O Pai correu para o filho, para o abraçar, para o aceitar, para o acolher, para o continuar a amar, para fazer festa com ele.
Não para perdoar, porque o perdão esteve sempre no coração do Pai.
O perdão é uma constante no coração do Pai, como o amor.
E o amor do Pai é o amor verdadeiro, sem limites. É o amor que ama sem ser amado.
Quando se ama verdadeiramente, tudo está sempre perdoado.
O perdão faz parte do amor. Está associado ao amor. Onde há amor, há perdão constante.
Por isso o Pai nosso Deus, não nos perdoa, ou vai-nos perdoando. Nós estamos perdoados, à partida, desde logo.
Jesus Cristo com a Sua entrega de amor, à vontade do Pai, alcançou-nos o perdão para sempre.
Portanto, parte de nós aceitarmos o perdão. Ele está dado, é só recebermos.
Para isso temos de admitir, de reconhecer a nossa culpa, reconhecer que somos pecadores.
Não há condições para o perdão do Pai, porque nada há que possamos fazer para impedir o perdão do Pai.
Estamos sempre perdoados, mas para esse perdão ter efeito, temos de baixar a cabeça humildemente e reconhecermos o nosso erro, o nosso pecado.
Por isso o Pai corre para o filho.
Porque nEle, Pai, nunca foi quebrada a comunhão com o filho. O Pai sempre continuou a amar, porque para Ele, Pai, o perdão não precisa ser dado, existe sempre, é constante do Seu amor de Pai Criador.
Por isso esta “ânsia” de correr para o filho. Porque sempre foi desejo do Pai, a comunhão com o filho, (com os filhos). Este é que quebrou essa comunhão de amor.
Somos nós que quebramos a comunhão com o Pai, com o Seu amor.
Somos nós que quebramos a comunhão com os nossos irmãos, que quebramos o amor de Deus, que existindo em nós, nos une a todos, Seus filhos. «Aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê». 1Jo 4,20
Somos nós que quebramos a comunhão com o amor.
E sem amor, não há perdão.
Nós exigimos que nos peçam desculpa, que venham até nós, para “concedermos” o “nosso” perdão. E mesmo quando o “concedemos”, a maior parte das vezes, não o fazemos humildemente, mas sobranceiramente, não conseguimos de imediato “repor” o nosso amor, tal como anteriormente.
Temos tantas frases nas nossas vidas que o documentam:
“Perdoar, perdôo, mas não esqueço”.
“Por esta vez, passa”.
“Está bem perdôo, mas tão cedo não me vês os dentes”.
Etc. etc..
Nunca nos lembramos que quando somos nós a pedir perdão, o nosso desejo, o nosso anseio, é que tudo volte a ser exactamente como era antes da nossa falta, do nosso erro.
Mas nós temos sempre imensas razões para não “concedermos” de imediato o nosso perdão “total”, ou seja, a “reposição” do nosso amor.
Temos a razão de querer “educar”, ou seja, “eu até podia perdoar e tudo ficar na mesma, mas é para ele ou ela aprenderem”.
Temos a razão da “grandeza” da falta, ou seja, “esta, também foi demais, não pode ficar logo tudo como antes”.
Temos a razão da nossa “vergonha” ou “orgulho”, ou seja, “se fica já tudo como antes, vão dizer que eu sou um «banana»”.
Conseguimos até “meter” Deus nas nossas razões, ou seja, “Deus não nos manda ser «parvos»”.
Só por isto vemos que o “nosso” amor é fraco, porque se assim não fosse, apesar de ofendidos, continuávamos a amar e assim o perdão era uma atitude natural e constante, perante o reconhecimento da falta.
Temos milhentas razões, mas talvez a mais interessante seja: “caramba, eu sou humano“.
E o problema é esse, é querermos viver o amor, querermos viver o perdão, apenas com a nossa parte humana, sem nos abrirmos à graça do amor de Deus.
É querermos procurar no mundo o amor e o perdão, que vêm do Alto, que vêm de Deus nosso Pai.
Se nos entregássemos verdadeiramente ao amor de Deus, se nos deixássemos invadir pelo amor do Pai, então também o nosso amor seria uma constante e o perdão não faria parte das nossas preocupações, pois seria uma “coisa” natural na nossa vida de filhos de Deus, unidos no e pelo Seu amor.
Mas somos realmente humanos e fracos.
Tentemos então viver o amor duma maneira viva e constante, colocando no nosso coração o sentimento de que, «por muito que faças, eu amo-te e nada poderá mudar isso, porque és meu irmão, filho de Deus e vives também no amor do Pai, vives também no Sagrado Coração de Jesus, que é fonte de amor, que é o amor de Deus Pai, feito Homem».
O Pai ama-nos assim.Quando dizemos: «Pai perdoa-me, porque Te magoei», podemos ouvir perfeitamente a Sua voz dizer: «Mas, filho, tu já estavas perdoado, mesmo antes da falta, porque Eu nunca deixei de te amar, porque eu te amo, mesmo quando tu não me amas».
.
.

05 outubro 2009

O Orgulho

.
.
Pois é, Senhor, por muito que nos chames a atenção, que nós entendamos e reflictamos no que nos dizes ao coração, acabamos por cair tantas vezes nos mesmos defeitos.

O orgulho, Senhor!

O orgulho obnubila-nos o pensamento, a razão, e somos então presas fáceis do inimigo que nos quer enganar.

É que o orgulho afasta-nos de Ti, da Tua Palavra, do Teu conselho, pois leva-nos a acreditar que somos capazes sozinhos, que somos melhores do que os outros, que fomos escolhidos por nós próprios, pelas nossas capacidades, para uma determinada missão, como se aquilo que somos, ou temos, não fosse dom de Ti.

Tu, Senhor, não Te afastas de nós, (não o podes fazer porque nos amas e és sempre fiel), mas nós é que fechamos os ouvidos do coração, do pensamento, a Ti, porque eles estão cheios dos nossos ouvidos que só se ouvem a si próprios.

Tu estás ali, sempre, e vais-nos avisando com pequenos pormenores, mas nós, cheios de nós próprios, das nossas certezas, não queremos ouvir, não queremos ver, não queremos perceber, e vamo-nos afundando e mergulhando no nosso orgulho, que se vai rindo de nós e arrastando-nos para o erro e a mentira.

Mas Tu não desistes dos Teus, e vais insistindo, até que num determinado momento uma luz desponta e se faz ver por cima do orgulho, a razão prevalece, e envergonhados percebemos como o orgulho nos cegou.

E voltamos à luta, e aceitamos a lição, e conscientemente sabemos que a luta é diária e que ainda vamos cair mais vezes.

Mas a maior, a mais importante e definitiva certeza, Senhor, é que Tu nos amas com amor eterno, que o Teu perdão é infinitamente maior que o nosso pecado, e que Tu nunca, nunca nos abandonas porque és sempre fiel e não podes deixar de o ser.
«Se formos infiéis, Ele permanecerá fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.» 2 Tm 2,13
.
.

19 agosto 2009

.
.






COMUNIDADE LUZ E VIDA

.
DIA DE LOUVOR


.
ANFITEATRO PAULO VI - FÁTIMA

.
20 de Setembro de 2009

.
«O Senhor liberta-te e cura-te»

.
Padre Máximo Perez
República Dominicana





Inscrições

As inscrições são feitas por telefone ou junto da comunidade.

Horário para telefonar

Todos os dias feriais: de manhã das 10h às 12h e à tarde das 15h às 18h

Limite de Inscrições

Só se aceitam inscrições até a sala estar cheia. Nessa situação, como tem acontecido, não aceitamos mais inscrições, mesmo dentro do prazo.

Oferta Cada crachá 5€ ( não se entregam crachás no secretariado )

Telefone 236 931 251



Programa

08h30 - Abertura das portas e acolhimento

09h00 - Louvor da manhã

10h00 - Primeiro ensinamento ( Pe Máximo )

11h00 - Intervalo

11h30 - Oração comunitária (louvor, petição...)

12h30 - Almoço

14h00 - Louvor

15h00 - Segundo ensinamento ( Pe Máximo )

15h45 - Intervalo

16h15 - Celebração da Missa pela cura espiritual, emotiva, psíquica e física.

17h15 - Adoração ao Santíssimo com um grande louvor a Cristo Vivo.




Nota:
Se precisar de mais algum esclarecimento, poderá pedi-lo na caixa de comentários, ou directamente pelo telefone acima indicado, para a Comunidade.

.

.